quarta-feira, 7 de julho de 2010

Cuidado ao falar

   "Os ouvidos não têm pálpebras, por isso não podemos nos proteger dos barulhos que não queremos ouvir." Essa frase, dita por uma professora de música em uma reunião de pais, me fez pensar muito na vida das crianças na atualidade.

   Você já observou uma delas assistindo a um filme? Quando surge uma cena que ela não quer ver, fecha os olhos. Até adultos fazem isso. As pálpebras são uma espécie de proteção do sentido da visão: acionadas intencionalmente, nos protegem de visões que nos causam asco, medo ou repulsa, por exemplo. Desde cedo, a criança aprende a usar esse recurso.

   Já do que se fala em seu entorno as crianças não podem se proteger. Hoje, os adultos não têm tomado muito cuidado quando conversam entre si perto de crianças e isso acontece por vários motivos. Um dos principais é que a presença da criança no mundo adulto foi quase naturalizada. De modo geral, não consideramos mais nocivo que ela participe de acontecimentos próprios da vida adulta. Para não sonegar informações que ela solicita ou que acreditamos que ela deva ter, lhe dizemos quase tudo.

   O segundo motivo é que nós, adultos, estamos muito centrados em nossas próprias vidas.

   Quando queremos desabafar, tecer comentários diversos, contar segredos, tecer julgamentos de pessoas próximas ou com as quais mantemos relações impessoais, fazemos isso sem antes observar se há crianças por perto que estariam expostas ao que dizemos.

   E, além de a criança absorver tudo sem ter maturidade suficiente para dar um sentido apropriado ao que ouve, ela fica sempre pronta a expressar o que ouviu, a qualquer hora e na frente de qualquer um, já que não é capaz de guardar segredos -o que coloca seus pais em situações constrangedoras.

   Uma mãe me contou que, ao entrar no elevador com a filha de cinco anos, encontrou-se com uma vizinha. De pronto, a menina disse em alto e bom som: "Mãe, é dessa mulher que você não gosta?" Nem é preciso dizer o clima que se instalou entre as duas, que convivem no mesmo prédio.

   Em uma escola de educação infantil, a professora acabara de contar uma história que falava em pesadelos e sonhos. Uma criança disse que a mãe sempre tinha pesadelos porque gemia à noite e, na sequência, outras crianças comentaram o mesmo a respeito dos pais.

   Nossa preocupação deve ser com o que a criança ouve e passa a fazer parte de sua formação ou deformação, em alguns casos moral, tanto quanto com aquilo a que ela dá um sentido que interfere radicalmente em sua vida psíquica e emocional.

   Um garoto de nove anos entrou em estado de apatia porque ouviu seus pais tratarem de sua transferência de escola. A mãe disse que talvez fosse melhor uma escola mais fácil porque ele não era tão inteligente quanto o irmão mais velho.

   Já que não conseguimos controlar tudo o que a criança ouve, podemos ao menos poupá-la dos ruídos indesejáveis a ela.

   Para tanto, precisamos ser mais cuidadosos na presença dos mais novos."
 
ROSELY SAYÃO

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Amélia

   Esse filme é muito bom... vale a pena assistir!


   O filme conta a história da lendária piloto americana Amelia Earhart, que desapareceu enquanto sobrevoava o oceano pacifico em 1937, numa tentativa de fazer uma viagem ao redor do planeta.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Percy Jackson e o Ladrão de raios


   Sem palavras para dizer o quanto esse filme é maravilhoso!!! Só posso dizer, assistam que vale muito a pena!


   Percy Jackson (Logan Lerman) descobre que é um semi-deus, descendente de Poseidon com uma mortal. Zeus (Sean Bean), o todo-poderoso do Olimpo, acha que o garoto roubou seu raio e ameaça iniciar uma guerra caso não seja devolvido. Então, Percy resolve enfrentar os medos do mundo normal e provar a Zeus sua inocência e, com isso, impedir uma guerra.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Jogo entre ladrões

   Simplesmente sensacional!!!
   Dá até vontade de assistir mais de uma vez, para prestar mais atenção nos detalhes.




   Jack Monahan (Antonio Banderas) é um criminoso que não está em seus melhores dias. Sua sorte muda quando cruza com Ripley (Morgan Freeman), um experiente ladrão que o convida a participar de um grande e arriscado golpe: o roubo de uma das mais valiosas jóias do mundo, que está guardada a sete chaves em uma joalheria russa. Para quitar uma dívida com a máfia, Ripley (Freeman) deverá fazer um trabalho limpo e perfeito. Mas nem tudo acontece como deveria e nem todos são o que parecem, nesta trama surpreendente.

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